terça-feira, 30 de abril de 2013
Poema referente ao capítulo 3 do livro Ekoaboka
“Sentimentos e Transformações“
Alex, o arco - e - flecha
aprendeu a usar
E os índios os convidaram
para caçar
E suas flechas voavam no ar
Alguns índios estavam
caçando
E fizeram novas descobertas
Viram cabanas e foram
entrando
E viram que queriam suas
florestas
Quando Chantal viu Catu
Seu coração acelerou
E quando pedrinhas ele
jogou,
Seu coração se despedaçou
Catu falava bem - me - quer,
- mal - me - quer
E Chantal ficava mais
nervosa a cada palavra
E o beijo deles, mais
intenso ficava.
Thais Lira
Todo dia era dia de índio - Baby do Brasil
Curumim
chama Cunhatã
Que eu vou contar
Que eu vou contar
Curumim, chama
Cunhatã
Que eu vou contar
Que eu vou contar
Todo dia
era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Cunhatã,Curumim
Antes que
o homem aqui chegasse
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de três milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Às Terras Brasileiras
Eram habitadas e amadas
Por mais de três milhões de índios
Proprietários felizes
Da Terra Brasilis
Pois todo
dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Mas agora
eles só têm
O dia 19 de Abril
O dia 19 de Abril
Mas agora
eles só têm
O dia 19 de Abril
O dia 19 de Abril
Amantes
da natureza
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Eles são incapazes
Com certeza
De maltratar uma fêmea
Ou de poluir o rio e o mar
Preservando
o equilíbrio ecológico
Da terra,fauna e flora
Da terra,fauna e flora
Pois em
sua glória,o índio
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
É o exemplo puro e perfeito
Próximo da harmonia
Da fraternidade e da alegria
Da
alegria de viver!
Da alegria de viver!
Da alegria de viver!
E no
entanto,hoje
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
O seu canto triste
É o lamento de uma raça que já foi muito feliz
Pois antigamente
Todo dia
era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio
Curumim,Cunhatã
Cunhatã,Curumim
Cunhatã,Curumim
Terêrê,oh
yeah!
Terêreê,oh!
para escutar a música clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=fDtaYgp_6XM
Terêreê,oh!
para escutar a música clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=fDtaYgp_6XM
Notícia: Madeireiras em Terras indígenas
Exploração
Florestal Madeireira
Conforme já salientado anteriormente,
a Constituição Federal, em seu Art. 231, §3º, assegura aos índios a posse
permanente de suas terras e o "usufruto exclusivo das riquezas do solo,
dos rios e dos lagos nelas existentes". Portanto, a utilização das riquezas
do solo de suas terras tradicionais é expressamente permitida aos índios, e, de
acordo com o Código Civil, Art. 43, I, são bens imóveis: "o solo com a sua
superfície, os seus acessórios e adjacências naturais, compreendendo as árvores
e frutos pendentes". Não resta dúvida, portanto, que os recursos
florestais existentes nas Terras Indígenas estão entre as riquezas naturais que
são objetos de uso exclusivo, assegurado constitucionalmente aos índios.
Assim, os índios
podem usar livremente os recursos florestais de suas terras em atividades
tradicionais, voltadas para a subsistência ou consumo interno, podendo cortar
árvores para construir casas, fazer utensílios domésticos, móveis, instrumentos
de trabalho, cercas, canoas e barcos, e usar seus recursos florestais para
quaisquer outros fins que visem possibilitar a sobrevivência física e cultural
da comunidade indígena. No desenvolvimento de suas atividades tradicionais, as
comunidades indígenas não estão sujeitas a quaisquer limitações legais, pois a
Constituição Federal lhes assegura o reconhecimento de sua "organização
social, costumes, línguas, crenças e tradições" e direitos
"originários" sobre as terras que tradicionalmente ocupam (Art. 231,
caput). Portanto, não incidem sobre as atividades tradicionais desenvolvidas
pelas comunidades indígenas as limitações gerais estabelecidas pelo Código
Florestal. Assim, podem plantar fazer roças e aldeias mesmo nas áreas de preservação permanente estabelecidas pelo
Código Florestal.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Resenha do livro Ekoaboka
Um livro de aventura criativo e envolvente. Pai, mãe, amigo e filhos vêm de lugares diferentes para se aventurar na Amazônia. Gente da cidade acaba conhecendo gente da floresta e aprende a conviver respeitosamente.
Minha visão sobre os índios mudou depois que eu li o livro "Ekoaboka", que fala sobre uma família da cidade que foram passar as férias na Amazônia e conheceram a tribo Abakebira, antes eles achavam que esses índios eram selvagens e não prestavam pra nada, mas isso mudou, porque eles perceberam que os índios são iguais a nós, só muda os costumes.
Essa mudança aconteceu graças ao cacique Apoena que ajudou a família a conhecerem os índios pelo que são, e não pelo que a pessoas falam sobre os índios.
Minha visão sobre os índios mudou depois que eu li o livro "Ekoaboka", que fala sobre uma família da cidade que foram passar as férias na Amazônia e conheceram a tribo Abakebira, antes eles achavam que esses índios eram selvagens e não prestavam pra nada, mas isso mudou, porque eles perceberam que os índios são iguais a nós, só muda os costumes.
Essa mudança aconteceu graças ao cacique Apoena que ajudou a família a conhecerem os índios pelo que são, e não pelo que a pessoas falam sobre os índios.
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